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Gerenciamento de carreira - Parte 5


A GESTÃO DA SUA CARREIRA


Estamos apresentando este roteiro de Gerenciamento de carreira, em 6 partes.

1a Parte:
Introdução e Exercitando a decisão. Publicado dia 16/01/2010

2a Parte:
Assumindo o controle de sua vida e carreira e Estrutura de um Planejamento de vida e carreira - Etapa 1 - Autoavaliação e Auto-conhecimento. Publicado dia 19/01/2010.

3a Parte:
Autoconhecimento; Conceituação do Planejamento Estratégico aplicados à sua carreira; Pontos fortes e pontos de melhorias; Identificação das oportunidades e ameaças. Publicado dia 22/01/2010

4a Parte:
Estrutura de um Planejamento de vida e carreira - Etapa 2; Planejamento dos objetivos de longo prazo; Publicado dia 26/01/2010

5a Parte:
Estrutura de um Planejamento de vida e carreira - Etapa 3; Metas de curto prazo; Publicado dia 29/01/2010

6a Parte:
Estrutura de um Planejamento de vida e carreira - Etapa 4 e subsequentes; Gerenciamento de carreira.
______________________________________________________________________________________

5a Parte:

Estrutura de um Planejamento de vida e carreira - Etapa 3; Metas de curto prazo;















Etapa 3

Metas de curto prazo

Considerando nossos objetivos de longo prazo (10 anos), pode parecer algo fora de nosso alcance, até pela distancia longa distância que vamos percorrer.

Vamos quebrá-las em metas de curto prazo, para obter, passo a passo todas as competências, qualificações e recursos que precisamos ao longo dos anos, até alcançarmos nossos objetivos.

Proponho, inicialmente, 4 metas de curto prazo, indicando pelas atividades a serem realizadas no 1º ano;

Para cada objetivo de longo prazo, vamos identificar 4 metas a serem realizadas. Neste momento vamos identificar as capacitações e qualificações que tragam mais resultado prático.

Conforme apresentado nos objetivos de longo prazo, vamos identificar as competências e qualificações necessárias para ocuparmos as posições que temos interesse à longo prazo. Preencha agora a Tabela 8, integrando os objetivos de longo prazo com as correspondentes metas de curto prazo.

Estas qualificações, podem ser encontradas nas descrições de cargo, disponíveis na própria empresa, ou disponível nos sites de empresas de recrutamento e seleção, ou ainda nas revistas que publicam vagas de empresa.

Como orientação, devemos listar todas as qualificações e competências necessárias, depois fazemos uma priorização destas atividades, pois estaremos iniciando nosso exercício pelo primeiro ano, depois vamos pensar nos anos subsequentes.

Concluímos dizendo que com o desenvolvimento das qualificações e competências no curto prazo, estaremos aptos a assumir a função de nosso interesse na empresa que desejarmos ou em nossa própria empresa, se for de nosso interesse.

Lembre-se:


Nós não temos controle, nem domínio, em conseguir chegar aos objetivos de longo prazo, pois podemos ter várias pessoas buscando a mesma posição, tendo também os fatores externos e políticos. Porém temos controle sobre nossa preparação em conseguir obter as capacitações e as qualificações apresentadas nas metas de curto prazo.

Obtendo as qualificações, estaremos aptos a atingir nossos objetivos em qualquer lugar que ofereça esta posição e melhor se adéqüe aos nossos valores.

Sem estas qualificações não temos a menor chance de atingirmos nossos objetivos.

As metas de curto prazo, devem seguir algumas regras mínimas, conceito SMART (sigla em inglês: Specific – Específico; Measurable – Mensurável; Agreed – Acordado; Reachable – Alcançável; Time – Tempo definido) de para assegurar que possamos acompanhá-las, que seguem:

S – Específico: Ação que será colocada na agenda; Atividade clara, sem colocar coisas abstratas;

M – Mensurável: A meta de curto prazo deve ser mensurável, para que possamos acompanhá-la. Esta característica da meta é a que possibilita se precisamos, ao longo do tempo definido, identificar se na velocidade que estamos caminhando, será suficiente para obtermos as qualificações e os recursos que precisamos; Ajustes na velocidade devem ser constantes;

A – Acordado: A meta que estamos buscando deve estar acordada com os mais próximos (familiares e profissionais) que podem contribuir para a obtenção destas; É evidente que devemos trabalhar com pessoas que desenvolvemos uma relação de confiança;

R (*) – Alcançável: Nossas metas devem ser alcançáveis, ou seja, possíveis de serem alcançadas. Metas inalcançáveis trazem desestímulo e frustração em nossa trajetória;

T (*) – Temporal (tempo definido): Cada uma das metas de curto prazo, deve ter uma data para início da atividade ou para o término da atividade, dependendo do que estamos nos propondo a realizar. Quando estivermos trabalhando em uma atividade continuada, por exemplo caminhar, podemos colocar uma freqüência, ou seja, caminhar 3 vezes por semana.

(*) Nas 2 características que marcamos com o asterístico (alcançável e temporal), devemos sempre colocar desafios, para que as conquistas destes sejam desafiadoras e tragam realizações mais estimulantes.

Esta avaliação deve ser bastante criteriosa, para não colocarmos metas inalcançáveis.

Estas tabelas são orientativas e começamos com 2 objetivos para cada esfera.

Depois de entender o mecanismo do planejamento, você identifica com quantos objetivos quer trabalhar e quantos você consegue controlar.

Sugerimos que você escreva todos os seus objetivos, depois priorize os mais importantes no momento. Temos recursos finitos, tanto financeiros quanto de tempo para realizarmos nossos objetivos. Desta forma, você escreve todos e começa pelos mais importantes, assim pode realizar todos eles, ao longo do tempo.


Aqui pedimos para retomar a uma atividade que, agora, estamos melhor preparados para escrever, sobre a missão da nossa vida.

Pense e comece a escrever sua missão de vida.

Como quer ser lembrado pelas pessoas que convivem com você? Como quer ser lembrado pela comunidade em que vive?

Exercite algo que possa refletir as contribuições que você estará deixando e foram escritas por você. Que melhorias acontecerão para a comunidade, através de você?

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